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THIN LIZZY - BAD REPUTATION (1977)








Bad Reputation é o oitavo álbum de estúdio da banda
irlandesa de Rock chamada Thin Lizzy. O lançamento oficial ocorreu no dia 2 de
setembro de 1977, sob o selo Vertigo (no Reino Unido) e pelo Mercury (nos
Estados Unidos). As gravações foram realizadas entre maio e junho do mesmo ano,
em Toronto, no Canadá. A produção ficou por conta de Tony Visconti.













O Blog já comentou outro álbum do Thin Lizzy,
Jailbreak (1976), e, naquela oportunidade, falou-se do início da história do
grupo irlandês. A quem se interessar:









Com o grande sucesso de Jailbreak, a banda começou
a fazer sucesso tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido. O Thin Lizzy
excursionou com grupos como Rush e Aerosmith, assim como estava planejada uma
turnê com o Rainbow, mas o líder do grupo Phil Lynott contraiu hepatite e ficou
meses sem poder tocar, cancelando a tour.





Enquanto o líder do grupo estava doente, Lynott
escreveu o álbum sucessor de Jailbreak, o ótimo Johnny The Fox. As gravações
ocorreram em agosto de 1976, e, durante as mesmas, é que começaram a surgir
tensões entre o líder do grupo e o ótimo guitarrista Brian Robertson. Um
exemplo disto foi o embate em torno da composição da ótima “Don’t Believe a
Word”.





Lynott ainda estava profundamente inspirado em
Mitologia Celta e nas suas experiências pessoais para compor suas músicas. A
turnê para o suporte de Johnny The Fox foi um tremendo sucesso e alavancou
ainda mais a popularidade do grupo, permitindo-o que fizesse muitas aparições
em programas populares de TV, como o de Rod Stewart na BBC londrina.





Phil Lynott










Outra turnê estava prevista para Dezembro de 1976
em terras norte-americanas, mas um acontecimento iria mudar os planos e o
destino do Thin Lizzy.





Brian Robertson sofreu uma lesão na mão ao tentar
proteger o cantor e amigo Frankie Miller, em uma briga no clube Speakeasy em
Londres. Miller foi convidado a improvisar com a banda de reggae Gonzalez, mas
estava bêbado, ofendendo o guitarrista Gordon Hunte, do grupo Gonzalez. Hunte
atacou Miller com uma garrafa nos camarins e Robertson interveio, sofrendo
danos nas artérias e nervos de sua mão.





Robertson posteriormente quebrou a perna de Hunte,
quebrou a clavícula de outro homem, e deu uma cabeçada em um terceiro, antes de
ser atingido na cabeça com uma garrafa, deixando-o inconsciente.





Brian Robertson, inclusive, afirma que, ao
contrário de relatos da época, ele não estava bêbado e só tinha ido ao local
para uma refeição.





Mas Lynott ficou furioso e acabou substituindo
Robertson por seu grande amigo, o lendário e talentoso guitarrista Gary Moore,
para mais uma turnê nos Estados Unidos, desta vez como banda suporte para o
Queen. A excursão foi um tremendo sucesso e Phil perguntou a Gary se ele queria
permanecer com o Thin Lizzy, mas Moore acabou rejeitando o convite e voltou
para seu conjunto à época, o Colosseum II.





Embora não tivesse sido demitido do grupo,
Robertson ficou em uma posição incômoda no grupo, chegando a iniciar planos de
formar uma nova banda com Jimmy Bain, do Rainbow.





Thin Lizzy foi para o Canadá para gravar seu próximo
álbum de estúdio, o oitavo, como um trio: Phil Lynott como baixista e
vocalista, Scott Gorham nas guitarras e Brian Downey na bateria.





Scott Gorham começou gravando todas as partes de
guitarras do álbum. Entretanto, após um mês já de gravações, Brian Robertson se
juntou ao grupo e gravou a guitarra-solo em três músicas, bem como teclados. Ao
final do ano, Robertson seria reintegrado ao Thin Lizzy.





Scott Gorham










A arte da capa é muito simples e representa a
formação do Thin Lizzy para a gravação do álbum: uma fotografia contando apenas
com Lynott, Downey e Gorham.





SOLDIER OF FORTUNE





Abre o álbum a ótima “Soldier Of Fortune”.





A canção começa simples, com destaque para a forma
como Phil Lynott a canta, de maneira cativante, como se tornou uma das marcas
registradas do Thin Lizzy. O riff é bem simples, mas empolga. O ritmo da música
segue bem animado, em um ótimo trabalho das guitarras e o acompanhamento da
bateria é muito legal.





As letras retratam uma das grandes misérias
humanas: a guerra. Na faixa, parte-se do ponto de vista de um soldado que
retornou de uma guerra e que, mesmo com esta finalizada, ele nunca se sentiu
fora de uma batalha.





The battle's over the war is won


But this soldier of fortune he will
carry on


He will carry on when all hope is
gone


He will carry on













BAD REPUTATION





Homônima ao álbum, a segunda faixa do disco é “Bad
Reputation”.





Um riff cheio de ritmo e com ótima pegada
setentista é a marca desta excelente canção. Há mesmo uma sensação mais pesada
na música, podendo se inferir um leve flerte com o Heavy Metal da época. Lynott
faz linhas vocais ao seu estilo, mas de uma maneira mais suavemente rasgada,
construindo uma das melhores faixas do grupo!





As letras são bem simples, falando de alguém que
possui má reputação:





You got a bad reputation


That's the word out on the town


It gives a certain fascination


But it can only bring you down





Mesmo não sendo lançada como single, “Bad Reputation”
acabou se tornando um dos clássicos do Thin Lizzy, sendo muito executada nas
rádios britânicas no momento em que o álbum foi lançado.





A famosa banda norte-americana Foo Fighters fez uma
versão para “Bad Reputation”, a qual foi lançada no álbum de covers Medium
Rare, de 2011. Também o conjunto 24-7 Spyz fez uma versão para o clássico.





“Bad Reputation” também é encontrada no game Guitar
Hero II, além de ser trilha sonora para o documentário Dogtown and Z-Boys, de
2001.













OPIUM TRAIL





A terceira música do disco é “Opium Trail”.





A faixa é bem direta e lembra o ritmo empregado na
anterior, “Bad Reputation”. O riff tem certo peso e é rápido, com mais um
grande trabalho das guitarras. O solo é espetacular, sendo tocado pelo ótimo
Brian Robertson. Lynott canta de sua forma característica – o que é ótimo – em
mais uma ótima canção do álbum.





As letras retratam a chamada trilha do ópio:





I took a line that comes from the
golden states of Shan


The smugglers trail that leads to
the opium den


The Chinese connection refines to
heroin


Depart the heart you crave again













SOUTHBOUND





A quarta canção de Bad Reputation é “Southbound”.





A música traz a sonoridade mais clássica do Thin
Lizzy, sendo construída com um riff cheio de ritmo, apostando bastante em uma
melodia mais suave e, ao mesmo tempo, cativante. Lynott emprega um tom bastante
leve em sua voz, mas carregada de sentimento. “Southbound” é outro grande
momento do disco.





As letras podem sugerir uma grande metáfora sobre o
envelhecer:





Hey, you're not getting any younger


The wild west has already been won


Northern lights are growing colder


And the old eastern ways are gone













DANCING IN THE MOONLIGHT (IT’S CAUGHT ME IN ITS SPOTLIGHT)





A
quinta faixa do disco é “Dacing In The Moonlight (It’s Caught Me In Its
Spotlight)”.





A canção aposta em um ritmo bem suave e
interessante, com um leve toque de blues e, até mesmo, de Jazz. Isto faz com
que a música se torne bastante intrigante. O solo é muito bom – composto por
Gorham – e a presença do saxofone dá um toque diferente à faixa, tornando-a um
ponto diferente dentro do álbum.





As letras revelam alguém que aproveita a vida, em
um certo tom romântico.





But I'm dancing in the moonlight


It's caught me in its spotlight


It's alright, alright


Dancing in the moonlight


On this long hot summer night





“Dancing In The Moonlight” foi lançada como single
para promover o álbum Bad Reputation e acabou se saindo de maneira realmente
boa. Atingiu a 14ª posição na parada de singles britânica, conquistando a 4ª
posição na sua correspondente irlandesa.













A banda norte-americana The Smashing Pumpkins fez,
por diversas vezes, apresentações ao vivo em que tocavam este clássico do Thin
Lizzy, embora com um toque acústico.













KILLER WITHOUT A CAUSE





A
sexta música do álbum é “Killer Without A Cause”.





“Killer Without A Cause” tem um riff bem forte e
pesado, novamente podendo ser vista como um flerte com o Metal da década de
setenta. O peso se mantém por toda a faixa e outra vez Brian Robertson faz
solos muito bons. Mais para o final, a canção dá uma suavizada, mas não
deixando, jamais, de ser empolgante. Ótima música.





As letras são bem simples e contam a vida de um
assassino:





The same old confrontation


At the bar in the saloon


But it's just another tricky situation


The underworld operation lies in
ruins













DOWNTOWN SUNDOWN





A
sétima música de Bad Reputation é “Downtown Sundown”.





A canção começa com uma sonoridade bem suave e com
certo swing, desenvolvendo-se em um ritmo leve e cativante, quase como uma
balada. A voz de Lynott acompanha toda esta construção musical, soando bastante
melosa. Uma boa faixa.





A letra da música tem certa conotação de fé:





Please believe in love


I believe there is a God above


For love


And He's coming, yes He's coming













THAT WOMAN’S GONNA BREAK YOUR HEART





A oitava faixa do trabalho é “That Woman's Gonna
Break Your Heart”.





Outra vez, o Thin Lizzy aposta em guitarras com
linhas bastante melódicas e cheias de ritmo, ora em momentos mais suaves, ora
com mais pegada – em especial no solo. Lynott canta de forma bem expressiva, e
a seção rítmica faz um acompanhamento primordial para o sucesso de mais uma boa
música.





As letras tem clara referência a uma decepção
amorosa:





You don't know now


But it's the wrong card you're
choosing


That deck you're using


Is stacked against romance













DEAR LORD





A nona, e última, canção do álbum é “Dear Lord”.





A última canção de Bad Reputation volta a ter uma
pegada bem hard, típica do Thin Lizzy, com Lynott contrapondo o ritmo mais
forte com sua voz repleta de suavidade e melodia. No solo que é feito por Scott
Gorham, ele expõe seu ótimo feeling. “Dear Lord” fecha o trabalho em alto nível.





Há uma conotação mítica/religiosa nesta faixa:





I'm down deep and I need your help


There's no one to turn to and I
can't help myself


Dear Lord hear this call


Oh Lord save my fall













Considerações
Finais





Bad Reputation foi um grande sucesso comercial.
Além de sua qualidade, as posições nas paradas de sucesso indicam a boa
repercussão do trabalho. Alcançou a excelente 4ª posição na parada britânica de
álbuns, assim como a boa 39ª posição na sua correspondente norte-americana.
Ainda obteve a 9ª posição na parada sueca.





Para alguns críticos musicais, Bad Reputation é um
álbum ainda melhor que seu predecessor, Johnny The Fox. O disco soa mais direto
e pesado, sem muitas “firulas”.





O crítico Stephen Thomas Erlewine chega a colocar
Bad Reputation no mesmo nível de Jailbreak, disputando a posição de melhor
álbum da história do Thin Lizzy. Ele afirmou que parte do sucesso do trabalho é
devido à produção de Tony Visconti. Disse, também, que a ausência de Brian
Robertson não foi tão sentida devido ao trabalho duplo do guitarrista Scott
Gorham. O trabalho “mais pesado que o Thin Lizzy fez até o momento”.





Como foi dito, Robertson acabou sendo reintegrado
ao conjunto no final de 1977. Entretanto, ele ficaria na banda até o dia 6 de
julho de 1978, quando participou do último show com a banda, pois as tensões
entre ele e Phil Lynott atingiram proporções insuperáveis.





Bad Reputation acabou sendo o último álbum de
estúdio do Thin Lizzy que contou com contribuições de Brian Robertson.













Formação:


Phil Lynott – Baixo, Vocal, Gaita


Scott Gorham – Guitarras (solo e base)


Brian Robertson – Guitarra-solo nas faixas 3, 6 e
8, Teclados


Brian Downey – Bateria, Percussão





Músicos
Adicionais:


Mary
Hopkin-Visconti – Backing Vocals em "Dear Lord"


John
Helliwell – Saxofone, Clarineta





Faixas:


01.
Soldier of Fortune (Lynott) – 5:18


02.
Bad Reputation (Downey/Gorham/Lynott) – 3:09


03.
Opium Trail (Downey/Gorham/Lynott) – 3:58


04.
Southbound (Lynott) – 4:27


05.
Dancing in the Moonlight (It's Caught Me in Its Spotlight) (Lynott) – 3:26


06.
Killer Without a Cause (Gorham/Lynott) – 3:33


07.
Downtown Sundown (Lynott) – 4:08


08.
That Woman's Gonna Break Your Heart (Lynott) – 3:25


09.
Dear Lord (Gorham/Lynott) – 4:26





Letras:


Para o conteúdo completo das letras, indicamos o
acesso a: http://letras.mus.br/thin-lizzy/





Opinião do
Blog:


Quando o Blog comentou sobre o álbum Jailbreak,
toda a categoria do Thin Lizzy já havia sido ressaltada.





Em Bad Reputation, a qualidade do grupo irlandês é
mantida em um de seus melhores momentos, pois o álbum é realmente incrível. As
diversas influências musicais do grande mentor Phil Lynott é demonstrada em
faixas que conseguem ser diversificadas entre si, que vão de quase baladas a
canções que flertam com o Heavy Metal setentista.





Músicas como “Dance in The Moonlight”, “Bad
Reputation”, “Soldier Of Fortune” são verdadeiros clássicos do grupo. Além
disto, há outras excelentes composições como “Opium Trail” e “Killer Without A
Cause”. Scott Gorham fez um trabalho muito bom na ausência quase completa do
ótimo Brian Robertson.





Embora conhecido, o Thin Lizzy não é tão consagrado
como o blogueiro pensa que deveria o ser. Uma das bandas pioneiras das guitarras
gêmeas, o Blog recomenda que o leitor busque mais material do grupo irlandês.
Altamente recomendado pelo Blog.

THIN LIZZY - BAD REPUTATION (1977)



Bad Reputation é o oitavo álbum de estúdio da banda irlandesa de Rock chamada Thin Lizzy. O lançamento oficial ocorreu no dia 2 de setembro de 1977, sob o selo Vertigo (no Reino Unido) e pelo Mercury (nos Estados Unidos). As gravações foram realizadas entre maio e junho do mesmo ano, em Toronto, no Canadá. A produção ficou por conta de Tony Visconti.



O Blog já comentou outro álbum do Thin Lizzy, Jailbreak (1976), e, naquela oportunidade, falou-se do início da história do grupo irlandês. A quem se interessar:


Com o grande sucesso de Jailbreak, a banda começou a fazer sucesso tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido. O Thin Lizzy excursionou com grupos como Rush e Aerosmith, assim como estava planejada uma turnê com o Rainbow, mas o líder do grupo Phil Lynott contraiu hepatite e ficou meses sem poder tocar, cancelando a tour.

Enquanto o líder do grupo estava doente, Lynott escreveu o álbum sucessor de Jailbreak, o ótimo Johnny The Fox. As gravações ocorreram em agosto de 1976, e, durante as mesmas, é que começaram a surgir tensões entre o líder do grupo e o ótimo guitarrista Brian Robertson. Um exemplo disto foi o embate em torno da composição da ótima “Don’t Believe a Word”.

Lynott ainda estava profundamente inspirado em Mitologia Celta e nas suas experiências pessoais para compor suas músicas. A turnê para o suporte de Johnny The Fox foi um tremendo sucesso e alavancou ainda mais a popularidade do grupo, permitindo-o que fizesse muitas aparições em programas populares de TV, como o de Rod Stewart na BBC londrina.

Phil Lynott


Outra turnê estava prevista para Dezembro de 1976 em terras norte-americanas, mas um acontecimento iria mudar os planos e o destino do Thin Lizzy.

Brian Robertson sofreu uma lesão na mão ao tentar proteger o cantor e amigo Frankie Miller, em uma briga no clube Speakeasy em Londres. Miller foi convidado a improvisar com a banda de reggae Gonzalez, mas estava bêbado, ofendendo o guitarrista Gordon Hunte, do grupo Gonzalez. Hunte atacou Miller com uma garrafa nos camarins e Robertson interveio, sofrendo danos nas artérias e nervos de sua mão.

Robertson posteriormente quebrou a perna de Hunte, quebrou a clavícula de outro homem, e deu uma cabeçada em um terceiro, antes de ser atingido na cabeça com uma garrafa, deixando-o inconsciente.

Brian Robertson, inclusive, afirma que, ao contrário de relatos da época, ele não estava bêbado e só tinha ido ao local para uma refeição.

Mas Lynott ficou furioso e acabou substituindo Robertson por seu grande amigo, o lendário e talentoso guitarrista Gary Moore, para mais uma turnê nos Estados Unidos, desta vez como banda suporte para o Queen. A excursão foi um tremendo sucesso e Phil perguntou a Gary se ele queria permanecer com o Thin Lizzy, mas Moore acabou rejeitando o convite e voltou para seu conjunto à época, o Colosseum II.

Embora não tivesse sido demitido do grupo, Robertson ficou em uma posição incômoda no grupo, chegando a iniciar planos de formar uma nova banda com Jimmy Bain, do Rainbow.

Thin Lizzy foi para o Canadá para gravar seu próximo álbum de estúdio, o oitavo, como um trio: Phil Lynott como baixista e vocalista, Scott Gorham nas guitarras e Brian Downey na bateria.

Scott Gorham começou gravando todas as partes de guitarras do álbum. Entretanto, após um mês já de gravações, Brian Robertson se juntou ao grupo e gravou a guitarra-solo em três músicas, bem como teclados. Ao final do ano, Robertson seria reintegrado ao Thin Lizzy.

Scott Gorham


A arte da capa é muito simples e representa a formação do Thin Lizzy para a gravação do álbum: uma fotografia contando apenas com Lynott, Downey e Gorham.

SOLDIER OF FORTUNE

Abre o álbum a ótima “Soldier Of Fortune”.

A canção começa simples, com destaque para a forma como Phil Lynott a canta, de maneira cativante, como se tornou uma das marcas registradas do Thin Lizzy. O riff é bem simples, mas empolga. O ritmo da música segue bem animado, em um ótimo trabalho das guitarras e o acompanhamento da bateria é muito legal.

As letras retratam uma das grandes misérias humanas: a guerra. Na faixa, parte-se do ponto de vista de um soldado que retornou de uma guerra e que, mesmo com esta finalizada, ele nunca se sentiu fora de uma batalha.

The battle's over the war is won
But this soldier of fortune he will carry on
He will carry on when all hope is gone
He will carry on



BAD REPUTATION

Homônima ao álbum, a segunda faixa do disco é “Bad Reputation”.

Um riff cheio de ritmo e com ótima pegada setentista é a marca desta excelente canção. Há mesmo uma sensação mais pesada na música, podendo se inferir um leve flerte com o Heavy Metal da época. Lynott faz linhas vocais ao seu estilo, mas de uma maneira mais suavemente rasgada, construindo uma das melhores faixas do grupo!

As letras são bem simples, falando de alguém que possui má reputação:

You got a bad reputation
That's the word out on the town
It gives a certain fascination
But it can only bring you down

Mesmo não sendo lançada como single, “Bad Reputation” acabou se tornando um dos clássicos do Thin Lizzy, sendo muito executada nas rádios britânicas no momento em que o álbum foi lançado.

A famosa banda norte-americana Foo Fighters fez uma versão para “Bad Reputation”, a qual foi lançada no álbum de covers Medium Rare, de 2011. Também o conjunto 24-7 Spyz fez uma versão para o clássico.

“Bad Reputation” também é encontrada no game Guitar Hero II, além de ser trilha sonora para o documentário Dogtown and Z-Boys, de 2001.



OPIUM TRAIL

A terceira música do disco é “Opium Trail”.

A faixa é bem direta e lembra o ritmo empregado na anterior, “Bad Reputation”. O riff tem certo peso e é rápido, com mais um grande trabalho das guitarras. O solo é espetacular, sendo tocado pelo ótimo Brian Robertson. Lynott canta de sua forma característica – o que é ótimo – em mais uma ótima canção do álbum.

As letras retratam a chamada trilha do ópio:

I took a line that comes from the golden states of Shan
The smugglers trail that leads to the opium den
The Chinese connection refines to heroin
Depart the heart you crave again



SOUTHBOUND

A quarta canção de Bad Reputation é “Southbound”.

A música traz a sonoridade mais clássica do Thin Lizzy, sendo construída com um riff cheio de ritmo, apostando bastante em uma melodia mais suave e, ao mesmo tempo, cativante. Lynott emprega um tom bastante leve em sua voz, mas carregada de sentimento. “Southbound” é outro grande momento do disco.

As letras podem sugerir uma grande metáfora sobre o envelhecer:

Hey, you're not getting any younger
The wild west has already been won
Northern lights are growing colder
And the old eastern ways are gone



DANCING IN THE MOONLIGHT (IT’S CAUGHT ME IN ITS SPOTLIGHT)

A quinta faixa do disco é “Dacing In The Moonlight (It’s Caught Me In Its Spotlight)”.

A canção aposta em um ritmo bem suave e interessante, com um leve toque de blues e, até mesmo, de Jazz. Isto faz com que a música se torne bastante intrigante. O solo é muito bom – composto por Gorham – e a presença do saxofone dá um toque diferente à faixa, tornando-a um ponto diferente dentro do álbum.

As letras revelam alguém que aproveita a vida, em um certo tom romântico.

But I'm dancing in the moonlight
It's caught me in its spotlight
It's alright, alright
Dancing in the moonlight
On this long hot summer night

“Dancing In The Moonlight” foi lançada como single para promover o álbum Bad Reputation e acabou se saindo de maneira realmente boa. Atingiu a 14ª posição na parada de singles britânica, conquistando a 4ª posição na sua correspondente irlandesa.



A banda norte-americana The Smashing Pumpkins fez, por diversas vezes, apresentações ao vivo em que tocavam este clássico do Thin Lizzy, embora com um toque acústico.



KILLER WITHOUT A CAUSE

A sexta música do álbum é “Killer Without A Cause”.

“Killer Without A Cause” tem um riff bem forte e pesado, novamente podendo ser vista como um flerte com o Metal da década de setenta. O peso se mantém por toda a faixa e outra vez Brian Robertson faz solos muito bons. Mais para o final, a canção dá uma suavizada, mas não deixando, jamais, de ser empolgante. Ótima música.

As letras são bem simples e contam a vida de um assassino:

The same old confrontation
At the bar in the saloon
But it's just another tricky situation
The underworld operation lies in ruins



DOWNTOWN SUNDOWN

A sétima música de Bad Reputation é “Downtown Sundown”.

A canção começa com uma sonoridade bem suave e com certo swing, desenvolvendo-se em um ritmo leve e cativante, quase como uma balada. A voz de Lynott acompanha toda esta construção musical, soando bastante melosa. Uma boa faixa.

A letra da música tem certa conotação de fé:

Please believe in love
I believe there is a God above
For love
And He's coming, yes He's coming



THAT WOMAN’S GONNA BREAK YOUR HEART

A oitava faixa do trabalho é “That Woman's Gonna Break Your Heart”.

Outra vez, o Thin Lizzy aposta em guitarras com linhas bastante melódicas e cheias de ritmo, ora em momentos mais suaves, ora com mais pegada – em especial no solo. Lynott canta de forma bem expressiva, e a seção rítmica faz um acompanhamento primordial para o sucesso de mais uma boa música.

As letras tem clara referência a uma decepção amorosa:

You don't know now
But it's the wrong card you're choosing
That deck you're using
Is stacked against romance



DEAR LORD

A nona, e última, canção do álbum é “Dear Lord”.

A última canção de Bad Reputation volta a ter uma pegada bem hard, típica do Thin Lizzy, com Lynott contrapondo o ritmo mais forte com sua voz repleta de suavidade e melodia. No solo que é feito por Scott Gorham, ele expõe seu ótimo feeling. “Dear Lord” fecha o trabalho em alto nível.

Há uma conotação mítica/religiosa nesta faixa:

I'm down deep and I need your help
There's no one to turn to and I can't help myself
Dear Lord hear this call
Oh Lord save my fall



Considerações Finais

Bad Reputation foi um grande sucesso comercial. Além de sua qualidade, as posições nas paradas de sucesso indicam a boa repercussão do trabalho. Alcançou a excelente 4ª posição na parada britânica de álbuns, assim como a boa 39ª posição na sua correspondente norte-americana. Ainda obteve a 9ª posição na parada sueca.

Para alguns críticos musicais, Bad Reputation é um álbum ainda melhor que seu predecessor, Johnny The Fox. O disco soa mais direto e pesado, sem muitas “firulas”.

O crítico Stephen Thomas Erlewine chega a colocar Bad Reputation no mesmo nível de Jailbreak, disputando a posição de melhor álbum da história do Thin Lizzy. Ele afirmou que parte do sucesso do trabalho é devido à produção de Tony Visconti. Disse, também, que a ausência de Brian Robertson não foi tão sentida devido ao trabalho duplo do guitarrista Scott Gorham. O trabalho “mais pesado que o Thin Lizzy fez até o momento”.

Como foi dito, Robertson acabou sendo reintegrado ao conjunto no final de 1977. Entretanto, ele ficaria na banda até o dia 6 de julho de 1978, quando participou do último show com a banda, pois as tensões entre ele e Phil Lynott atingiram proporções insuperáveis.

Bad Reputation acabou sendo o último álbum de estúdio do Thin Lizzy que contou com contribuições de Brian Robertson.



Formação:
Phil Lynott – Baixo, Vocal, Gaita
Scott Gorham – Guitarras (solo e base)
Brian Robertson – Guitarra-solo nas faixas 3, 6 e 8, Teclados
Brian Downey – Bateria, Percussão

Músicos Adicionais:
Mary Hopkin-Visconti – Backing Vocals em "Dear Lord"
John Helliwell – Saxofone, Clarineta

Faixas:
01. Soldier of Fortune (Lynott) – 5:18
02. Bad Reputation (Downey/Gorham/Lynott) – 3:09
03. Opium Trail (Downey/Gorham/Lynott) – 3:58
04. Southbound (Lynott) – 4:27
05. Dancing in the Moonlight (It's Caught Me in Its Spotlight) (Lynott) – 3:26
06. Killer Without a Cause (Gorham/Lynott) – 3:33
07. Downtown Sundown (Lynott) – 4:08
08. That Woman's Gonna Break Your Heart (Lynott) – 3:25
09. Dear Lord (Gorham/Lynott) – 4:26

Letras:
Para o conteúdo completo das letras, indicamos o acesso a: http://letras.mus.br/thin-lizzy/

Opinião do Blog:
Quando o Blog comentou sobre o álbum Jailbreak, toda a categoria do Thin Lizzy já havia sido ressaltada.

Em Bad Reputation, a qualidade do grupo irlandês é mantida em um de seus melhores momentos, pois o álbum é realmente incrível. As diversas influências musicais do grande mentor Phil Lynott é demonstrada em faixas que conseguem ser diversificadas entre si, que vão de quase baladas a canções que flertam com o Heavy Metal setentista.

Músicas como “Dance in The Moonlight”, “Bad Reputation”, “Soldier Of Fortune” são verdadeiros clássicos do grupo. Além disto, há outras excelentes composições como “Opium Trail” e “Killer Without A Cause”. Scott Gorham fez um trabalho muito bom na ausência quase completa do ótimo Brian Robertson.

Embora conhecido, o Thin Lizzy não é tão consagrado como o blogueiro pensa que deveria o ser. Uma das bandas pioneiras das guitarras gêmeas, o Blog recomenda que o leitor busque mais material do grupo irlandês. Altamente recomendado pelo Blog.

THIN LIZZY - JAILBREAK (1976)








Jailbreak é o sexto álbum de estúdio da banda irlandesa de Hard Rock chamada Thin Lizzy. Seu lançamento ocorreu em 26 de março de 1976 com a produção ficando a cargo de John Alcock. Foi gravado entre dezembro de 1975 e janeiro de 1976 no Ramport Studios, em Londres, na Inglaterra.





O Thin Lizzy foi formado em 1969, na cidade de Dublin, capital da Irlanda. Sua formação original contava com o guitarrista Eric Bell, o tecladista Eric Wrixon, o baterista Brian Downey e o baixista e vocalista Phil Lynott. Lynott acabou se tornando o líder da banda, e seu principal compositor. Além disso, foi um dos primeiros (e únicos) negros a obter sucesso no mundo do Hard Rock.





A banda passou por algumas mudanças de formações no decorrer dos anos, com apenas a seção rítmica permanecendo fixa, com o baixista e vocalista Lynott e o baterista Brian Downey.





Até 1975, a despeito da qualidade dos trabalhos lançados anteriormente, o Thin Lizzy ainda não havia conseguido alcançar grande repercussão com o lançamento de seus quatro primeiros álbuns.





O único sucesso da banda ocorreu no lançamento de um single que contava com a música “Whiskey In The Jar”, que conseguiu alcançar a sexta posição na parada de singles do Reino Unido em 1973.





Curiosamente, “Whiskey In The Jar” é uma canção tradicional irlandesa, e a banda acabou fazendo uma versão para esta música, normalmente cantada pela população em bares. Lynott odiou a versão e o lançamento desta, pois a música não refletia a sonoridade e nem o estilo do Thin Lizzy. Foi desta versão de “Whiskey In The Jar” que o Metallica se baseou para fazer a versão contida no álbum de covers da banda lançado em 1998, Garage Inc.





Conforme dito, até 1975, somente o single supracitado conseguiu dar visibilidade ao trabalho da banda, tendo, os quatro primeiros álbuns de estúdio, passado em branco.





Uma das principais mudanças na vida do Thin Lizzy ocorre quando a banda decide ter dois guitarristas ao invés de um. A primeira vez que isto ocorreu foi em 1974, quando o amigo de Lynott, o lendário guitarrista Gary Moore deixa a banda, sendo substituído pelos guitarristas John Cann e Andy Gee, somente para encerrarem a turnê da banda que estava em curso.





Lynott e Downey, então, realizam várias audições para recrutarem novos membros para o Thin Lizzy. Os escolhidos foram um guitarrista escocês de 18 anos, Brian Robertson, e um guitarrista californiano, Scott Gorham.





Com esta formação a banda gravou o seu quarto álbum de estúdio, Nightlife (1974), que deixou a banda furiosa com sua produção, segundo os músicos, muito “soft”. O álbum falhou e não conseguiu trazer sucesso para a banda (mas vale à pena ouvi-lo, é um bom trabalho).





Em 1975, a banda faz a sua primeira turnê nos Estados Unidos, como banda de suporte para Bob Seger e para os canadenses do Bachman-Turner Overdrive. Estes, quando foram à Europa para promover seu hit “You Ain’t Seen Not Yet”, convidam o Thin Lizzy novamente para a turnê, o que acabou sendo muito benéfico para a banda.





Assim, a banda grava e lança o seu quinto álbum de estúdio, Fighting (1975). Embora nenhum single tenha conseguido sucesso, o álbum consegue, pela primeira vez na história do Thin Lizzy, atingir a parada de sucessos britânica, ficando com a 60ª posição.





Bem mais importante que isso, o ótimo Fighting apresenta canções como “Suicide” e “Wild One”, as quais começam a explorar os benefícios de se possuir duas guitarras em uma banda, dando novas possibilidades em sua sonoridade. O álbum acabou se tornando o embrião do estilo que acabaria consagrando o Thin Lizzy mundialmente a partir de seu próximo álbum de estúdio, Jailbreak, de 1976.





Ainda em 1975, a banda faria uma turnê em suporte à banda Status Quo. Assim que a tour se finalizou, o grupo se reuniu para compor e gravar Jailbreak.





O álbum apresentaria a evolução da sonoridade apresentada ainda em caráter inicial no álbum anterior, Fighting, com as guitarras ‘gêmeas’ dando um show.





O clássico homônimo ao álbum abre o disco. “Jailbreak” apresenta um ótimo riff e o trabalho com as duas guitarras da banda, com bons solos e um refrão contagiante. Destaque para o excelente trabalho nos vocais de Phil Lynott. Conta com o guitarrista Brian Robertson usando o pedal com efeito wah-wah de sua maneira característica.





As letras são sobre a fuga da prisão de alguns valentões, tema que foi abordado em outras canções por Lynott. A canção se tornou um dos grandes clássicos do Thin Lizzy e era presença obrigatória nos shows da banda.





Foi lançada como single, obtendo grande sucesso tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. Em uma eleição do canal VH1, foi considerada a 73ª melhor música de Hard Rock de todos os tempos.





A segunda faixa do álbum é “Angel From The Coast”. Faixa com um riff bem típico do Thin Lizzy, repleto de ritmo, forte e ao mesmo tempo suave. O grande destaque da faixa é o trabalho das duas guitarras por parte de Robertson e Gorham.





A terceira faixa do álbum é a ótima “Running Back”. A faixa começa com um riff bem cativante e suave, mas que também é contagiante. Na realidade, apesar de ser uma ótima canção, a música quebra o ritmo das primeiras canções do trabalho.





“Running Back” foi alvo de polêmica na época do lançamento de Jaibreak. Phil Lynott queria que a faixa fosse o primeiro single a ser lançado e por isso a música teve um tratamento diferenciado. O tecladista Tim Hinkley foi convidado e tocou os teclados encontrados na canção, além do produtor John Alcock ter dado uma produção mais comercial à mesma.





Brian Robertson ficou furioso com isso, pois ele havia gostado da forma original com que “Running Back” havia sido gravada. Embora a versão encontrada no álbum seja a ‘produzida’, no fim de tudo não foi lançada como single.





A simples e bela “Romeo And The Lonely Girl” é a quarta faixa de Jailbreak. Conta com um riff muito inspirado e suave, além de contar com um vocal muito emotivo por parte de Lynott. Mais um ótimo refrão e belos solos.





“Warriors” mantém o elevado nível do álbum. Conta com um excelente riff e ótimo trabalho no baixo por parte de Lynott. O trabalho das guitarras mais uma vez é excelente, casando perfeitamente com os vocais de Lynott. Os solos são muito inspirados. Certamente uma das melhores músicas do álbum.





Um grande clássico da banda é a sexta faixa do álbum. Trata-se de “The Boys Are Back In Town”. Faixa obrigatória nos shows do Thin Lizzy, é outra faixa com a sonoridade clássica das ‘guitarras gêmeas’.





A revista britânica especializada em música, Q magazine, considerou a faixa a 38º melhor trabalho de guitarra em uma canção de rock de todos os tempos.





Lançada como single, foi extremamente bem sucedida. Atingiu a 8ª posição no Reino Unido e ficando a 12ª posição na parada norte-americana, abrindo definitivamente as portas do sucesso internacional para o Thin Lizzy.





Bandas como Bon Jovi e The Cardigans fizeram versões cover do clássico “The Boys Are Back In Town”.





A sétima faixa é “Fight Or Fall”. É uma excelente música, contando com uma sonoridade bastante suave, quase uma balada. Ótimos vocais e solos com bastante feeling, outra excelente canção.





“Cowboy Song” conta com um riff simples e marcante, com a sonoridade típica da banda. Destaque maior para o excelente trabalho dos vocais de Lynott. A excelente “Emerald” fecha o álbum, contando com um riff mais pesado e excelente trabalho das ‘guitarras gêmeas’ com solos muito bons. Mais uma das melhores do álbum.





Quando lançado em vinil, a contracapa contava com uma pequena história relativa às letras do álbum, embora não seja um trabalho conceitual.





Grande sucesso tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos, Jailbreak permitiu ao Thin Lizzy excursionar com grandes bandas como Aerosmith e Rush.





A banda pretendia fazer uma turnê em junho de 1976 nos Estados Unidos com o Rainbow, mas Phil Lynott contraiu hepatite e a turnê teve que ser cancelada. Enquanto esteve doente, Lynott escreveu a maior parte do próximo trabalho de estúdio do Thin Lizzy, Johnny The Fox.





Formação:


Phil Lynott - Baixo, Vocal, Violão


Scott Gorham - Guitarra


Brian Robertson - Guitarra


Brian Downey – Bateria, Percussão





Faixas:


01. Jailbreak (Lynnot) – 4:01


02. Angel from the Coast (Lynott/Robertson) – 3:03


03. Running Back (Lynnot) – 3:13


04. Romeo and the Lonely Girl (Lynnot) – 3:55


05. Warriors (Lynott/Gorham) – 4:09


06. The Boys Are Back in Town (Lynnot) – 4:27


07. Fight or Fall (Lynnot) – 3:45


08. Cowboy Song (Lynott/Downey) – 5:16


09. Emerald (Gorham/Downey/Robertson/Lynott) – 4:03





Letras:


Para o conteúdo das letras, recomendamos o acesso a: http://letras.terra.com.br/thin-lizzy/





Opinião do Blog:


O Thin Lizzy é uma das grandes bandas do Hard Rock dos anos setenta, com uma ótima discografia.





Um dos pontos fortes da banda é a criatividade do seu principal compositor, o talentoso Phil Lynott, que conseguia transmitir toda a sua diversificada influência musical na sonoridade da banda. Vários álbuns apresentam canções com significativas diferenças entre as faixas, mesmo que a base sempre seja o rock.





Jailbreak é um excelente álbum em que quase todas as músicas são excelentes, contando com ótimas guitarras por parte de Brian Robertson e Scott Gorham. Os riffs, solos e duetos são todos feitos com grande habilidade e muito talento. Também é obrigatório destacar as interpretações de Lynott ao cantar as canções.





Banda obrigatória para fãs da sonoridade setentista. E Jailbreak é um clássico, para se ouvir e curtir várias e várias vezes.





Vídeos Relacionados:






Jailbreak, ao vivo










The Boys Are Back In Town, ao vivo










Running Back










Warriors










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